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Sob-Nova Direção

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Tudo bom pessoal ? sou Matheus Fontes ou RideN conhecido na internet.
Tenho 15 anos sou Web Designer e Técnico em Manutenção de computador!
Espero encher vocês de conhecimento espero ajudar vocês muito e aprender muito com vocês !!

Então é isso:
Email para contato gunnerold@hotmail.com (Não é meu msn rsrs se quiser peça pelo email!)

Firefox quer melhorar protecção da privacidade

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A Mozilla quer introduzir uma nova funcionalidade no Firefox, através da qual os utilizadores do browser podem optar por não ser alvo de mecanismos de publicidade comportamental

A revelação foi feita no blogue oficial da Mozilla pelo responsável pela privacidade na fundação responsável pelo Firefox.

De acordo com Alex Fowler, o objectivo é ajudar os utilizadores do browser a terem «um melhor conhecimento e controlo sobre as suas informações pessoais on-line».

Com a activação da funcionalidade, sempre que um utilizador do Firefox entra num site com mecanismos de publicidade comportamental, ou seja, os sites onde os anúncios que aparecem são baseados no historial de navegação do cibernauta, a empresa responsável pelo site recebe um aviso onde lhe é pedido para não monitorizar o utilizador.

O responsável realça contudo que esta ferramenta não significa o fim da publicidade em si, que continuará a surgir, apenas irá incidir nos anúncios personalizados.

Um dos principais desafios que se coloca agora, segundo Alex Fowler, é levar os programadores de sites a adoptarem o sistema, para que este se torne estandardizado.

 

Como Funciona um CPU?

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O CPU é, como o seu próprio nome indica – Central Processing Unit – um processador de instruções.

No seu interior, bits e bytes são processados sem parar, num contínuo ciclo indiferente à linguagem de programação que lhes deu origem: no que ao CPU diz respeito há apenas uma única linguagem… o código máquina. Estranhos códigos binários de zeros e uns que afastarão a maioria dos programadores, mas que são a verdadeira “língua” que o CPU entende. Toda e qualquer linguagem de programação tem que ser, de uma forma ou de outra, compilada ou interpretada, até que se torne em algo que o CPU entenda.

Para todos aqueles que mesmo assim gostam de trabalhar com o CPU a este nível, existe em versão mais humanizada… o Assembly/Assembler/ASM. Representação simbólica desse código máquina e que permite mais facilmente visualizar, manipular e programar!

Por exemplo, em vez de terem que lidar com isto:
11001010 00000001 00000000 00000000
O Assembly permite que isso se traduza em algo mais amigável, como isto:
ld %r4,%r5

Antes que comecem a deitar a mão à cabeça, vamos lá simplificar a coisa: o CPU tem no seu interior vários registos onde guarda várias informações. Uma delas, talvez a mais importante, é aquela que lhe diz qual a posição da próxima instrução a executar. É esse registo que serve de fio condutor a tudo o que será executado pelo CPU.

A Arquitectura

Mas – antes de prosseguirmos – há ainda um factor fundamental: a arquitectura do sistema em questão. É que um CPU por si só, não será capaz de fazer grande coisa… São necessários alguns componentes essenciais para que ele faça algo; componentes que estão ligados com o CPU através de barramentos (Bus), e acedidos através de endereços.

Há vários tipos de arquitectura, mas para os efeitos de hoje, vamos centrar-nos na que é mais utilizada pelos CPUs actuais: a arquitectura de Harvard modificada.

Afinal, não serviria de muito ter um CPU sem sítio onde pudessemos guardar o nosso programa a executar, nem forma de sinalizar para o exterior o seu resultado, pois não?

O Funcionamento

Imaginemos então que alguém ligava o nosso processador imaginário: a electricidade começa a fluir; o CPU “acorda”, e começa a procurar o que fazer, e dirige-se à instrução número zero. Executa-a, passa para a instrução seguinte, e assim sucessivamente até que alguém o desligue… ou algo de muito grave aconteça (como por exemplo, aquecer a tal ponto que derreta! :)

Basicamente, é apenas isto. A sério!

Dependendo do tipo de CPU, este poderá ter um conjunto de instruções que vão de apenas algumas dúzias de instruções, às centenas!
E voltando à ideia original que me fez escrever este artigo, se alguma vez olharam para um qualquer pedaço de assembly, de qualquer processador, torna-se evidente que grande parte das instruções existentes na maioria dos programas, são movimentações de pedaços de informação de um lado para o outro e operações aritméticas.

Moves, adds, ands, ors, etc. etc. etc. Tudo instruções que recorrentemente encontrarão em toda e qualquer listagem de assembly de todo e qualquer CPU.

Era precisamente isto que me fazia uma enorme confusão – e que servia de base ao pensamento de que “um computador não passava de uma máquina calculadora”!

A “calculadora”

E posso dizer-vos que isto foi algo que me intrigou durante bastante tempo… Como é que mover informação de um lado para o outro, ou fazer umas contas de somar e subtrair, poderia fazer com que a tecla que eu carregasse aparecesse escrita no ecrã? Como é que isso poderia criar uma fotografia a aparecer no monitor?

Pois bem, o segredo está no tal barramento que permite que o CPU tenha acesso a outros dispositivos.

Voltando ao nosso sistema imaginário, poderíamos definir que o endereço de 0 a 1000 consistiria num espaço de memória onde se iriam guardar as instruções do nosso programa. Mas que o endereço 1001 seria especial: nesse local seria colocado o valor da tecla que fosse carregada no teclado. E no endereço 1002, seria um endereço que, dependendo do seu valor, controlaria um ruidoso buzzer, o valor 0 significaria desligado, o valor 1 faria barulho.

Já estão a ver o que isto permitiria? Poderíamos fazer um programa e guardá-lo nos endereços de 0 a 1000, que – por exemplo – pudesse fazer barulho sempre que se carregasse numa determinada tecla. Numa sequência de instruções que seria semelhante à seguente:

Endereço – Instrução
0 – Ler o valor do endereço 1001 (teclado)
1 – Ver se o valor lido é igual à tecla “B”
2 – Se sim, então colocar o valor 1 no endereço 1002 (ligando o buzzer)
3 – Se não, colocar o valor 0 no endereço 1002 (desligando o buzzer)
4 – Saltar de novo para o endereço 0

Estão a começar a perceber o esquema?…

Há muito mais que o CPU…

Sim, mais que saber programar um CPU, torna-se fundamental conhecer todo o sistema em que está inserido. É preciso saber em que endereços estão que equipamentos, etc. etc. É por isso mesmo que um programa em código máquina criado para um smartphone da marca “A”, não funcionará noutro da marca “B” mesmo que tenha o mesmo processador. É que nesse outro smartphone, os dados do teclado, ecrã, e outros periféricos, poderão estar em endereços completamente diferentes!

Daí que haja a necessidade de compatibilizar os equipamentos: e foi esse um dos grandes feitos dos computadores “PC Compatíveis”. Criar uma base estável, que garantia que um programa feito para correr num deles, correria em todos os que fossem compatíveis.
Senão, imaginem a loucura que seria programarem para computadores, onde cada um tinha a memória, inputs e outputs, e tudo o resto, em locais diferentes?

Mas, ainda não perceberam lá muito bem como é que de assembler se pode chegar a um fabuloso jogo 3D num ecrã de alta-resolução?

O “segredo” é que um computador consiste num infindável número de módulos, e o CPU já não está sozinho no que toca a fazer todas as operações. Actualmente, temos placas gráficas com GPUs que são tão – ou mais – complexos que um CPU; controladores de discos que se encarregam de transferir dados quase sem intervenção do CPU; e muito mais.
Sim, tempos houve em que tinha que ser o CPU a preocupar-se em colocar o motor do drive de disquetes a girar, a posicionar a cabeça de leitura/gravação no sector respectivo, e ler ou escrever dados… Tudo graças aos tais endereços de input/output que lhe davam controlo sobre todos esses pequenos motores.

Aliás, é algo com que ainda hoje se deparam todos aqueles que gostam de brincar com Arduinos: portas de entrada, portas de saída, e tudo o mais que serve de base a todos os complexos equipamentos que temos hoje.

Os Drivers

Nos “PCs”, parte dessa complexidade evoluiu na forma de “drivers”. Alguma vez pensaram no que é efectivamente um driver? Aquele pedaço de software que frequentemente são obrigados a instalar sempre que colocam uma peça nova no vosso sistema (seja ela uma placa gráfica ou uma câmara ou impressora)?

Basicamente, temos um sistema “compatível”, onde – por exemplo, e no caso de uma placa gráfica – se define que existe um conjunto de funções para concretizar um objectivo, por exemplo: pintar um pixel nas coordenadas X, Y, na cor pretendida.
Quem faz os programas para esse sistema, sabe que pode chamar essa função… sem nunca se ter que preocupar qual a placa gráfica que irá existir no computador do utilizador, que tipo de GPU ela utiliza, ou em que endereço ela está. Cabe ao fabricante da placa criar o “driver” que serve de intermediário, e que sabe que – quando alguém chamar aquela função de pintar um pixel, irá movimentar todos os bits necessários para os locais respectivos, de forma a fazer com que no ecrã surja o resultado pretendido.

Sim, como podem imaginar, mesmo uma operação simples pode originar milhares ou milhões de operações que terão que ser processadas pelo CPU.
Agora mesmo, sempre que carrego numa tecla… há um processo que se encarrega de a ler, enviar para a janela do programa correcta, mas ao mesmo tempo está a ver se a palavra está bem escrita… desenhando-a no ecrã, com uma linha a vermelho em caso de erro… enquanto na barra inferior o relógio é actualizado de minuto a minuto, e na janela do lado informações continuam a fluir, ao mesmo tempo que música continua a tocar noutra janela…
E é por isso que muitas vezes, mesmo os CPUs que trabalham a frequências de Gigahertzs parecem não ser tão rápidos como desejaríamos….

Já agora, essa frequência do CPU (assim de modo muito geral) indica a velocidade com que o CPU é capaz de executar uma instrução.

E já agora, ficam também a conhecer a diferença entre CPUs que agora estão cada vez mais na moda: os CISC e os RISC.

CISC e RISC

Lembram-se das tais instruções que podemos dar ao CPU para eles executar? Pois bem… há CPUs e CPUs; e dividem-se principalmente em duas grandes famílias: os CISC (Complex Instruction Set Computing) e os RISC (Reduced Instruction Set Computing).

Com a evolução da microelectrónica, os CPUs foram ficando cada vez mais complexos e evoluídos. O tal número de instruções que um CPU podia executar não parava de crescer e aumentar.
Começam a surgir instruções que permitiam, num só comando, ir buscar um valor ao endereço de memória “X”, ir buscar outro ao endereço “Y”, somar ambos os valores e colocar o resultado no endereço “Z”!
Rapidamente, estes CPUs se tornaram em sistemas altamente complexos.

Chegou-se ao ponto – como nos casos dos nossos bem conhecidos processadores x86 (cuja evolução nos trouxe do “PC Compatível” com o seu Intel 8086 até aos mais recentes Intel Core i7 actuais) – em que os CPUs eram já tão complexos, que cada instrução era internamente subdividida em várias micro-instruções mais pequenas que eram executadas pelo CPU!

Isto fez com que alguns investigadores decidissem regressar às origens e simplificar tudo novamente, com os processadores RISC (como os tão em voga processadores ARM que tanto têm dado que falar.) A ideia era simples: simplificar e reduzir. Em vez de instruções complexas, o CPU seria apenas capaz de fazer as operações mais básicas e essenciais.

Em vez de termos uma única instrução como a que referi anteriormente, de ir buscar dois valores a dois sítios diferentes e colocar a soma num terceiro sítio; num CPU RISC temos que fazer todos esses passos expressamente:

  1. ir buscar o valor 1 e guardar num registo temporário A;
  2. ir buscar o valor 2 e colocá-lo noutro registo B;
  3. somar o registo A com o registo B (ficando aqui o resultado);
  4. guardar o registo B na posição de destino 3.
Dá mais trabalho, não? Então, qual a vantagem?
A vantagem é que o CPU tem um processo de fabrico muito mais simples; e em grande parte dos casos, pode até correr mais depressa. Em vez de instruções complexas que têm que ser convertidas em microcódigo e podem demorar dezenas ou centenas de ciclos de relógio, num processador RISC quase sempre cada instrução pode ser executada num único ciclo. (É por isso mesmo que não se pode comparar directamente um CPU CISC x86 a 1Ghz, com um processador ARM RISC a 1Ghz – são coisas completamente diferentes!)
Para além disso, todo esse trabalho extra acaba por ser feito pelos compiladores, já que a programação será feita numa linguagem de mais alto nível, como C.
Até aqui relegados para papeis menos mediáticos, os CPUs RISC começam agora a mostrar todo o seu valor nos Android, iPhones e demais tablets e dispositivos mobile, onde oferecem uma eficiência que não tem sido possível igualar com os mais complexos e mais gastadores CPU Cisc.
E com tudo isto, já me alarguei um pouco do tema central, que era explicar-vos como um CPU funcionava. De qualquer forma, espero que tenha dado para ficarem com uma ideia… e se tiverem dúvidas… é só dizerem nos comentários! :)

Tablets Android ASUS Slider e Transformer

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Todos sabemos que a ASUS tem boas ideias (afinal, se não fossem eles, ainda hoje não saberíamos o que seria um “netbook”! ;) mesmo se por vezes anuncia coisas que depois são atrasadas indefinidamente – como foi o caso do Eee Keyboard.

Certamente estes Tablets Androids da Asus, o Slider e o Transformer terão melhor sorte.

Estes curiosos Tablets têm uma característica interessante: um teclado físico – tornando-os em dispositivos capazes de baralhar ainda mais as fronteiras que separar os tablets dos netbooks. 

Ambos recorrem aos processaores Tegra 2 e têm ecrãs LCD (IPS) de 10.1″ com 1280×800 de resolução, fichas mini-HDMI, mini USB e microSD, e duas câmaras (1.2MP e 5MP com LED flash.).
O sistema operativo será o Android 3.0 Honeycomb.

O Asus Slider recorre a um sistema semelhante ao velhinho HTC Shift, com um teclado que “desliza” por baixo do tablet; enquanto que o transformer se assemelha mais a um netbook com “ecrã” amovível (tendo como vantagem uma bateria adicional na “base”, que lhe permite passar de 8 para 16h de autonomia.

Os preços deverão andar entre os $400-700 para o Asus Transformer, e os $500-800 para o Asus Slider, e têm chegada agendada para Abril e Maio.

 

Fonte: Aberto Até de Madrugada

Logitech HD Pro Webcam C910 para Macs

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A Webcam Full HD Logitech HD Pro C910 já está disponível para Macs. Sendo uma das câmaras “topo-de-gama” da Logitech, esta câmara permite gravar vídeo a 1920x1080p (Full HD) e realizar videochamadas a 720p através do Skype 5.0 ou do software Vid HD da Logitech, para além do Yahoo Messenger e Gmail chat.

Para além de permitir o upload simplificado para Facebook, Twitter e Youtube, a C910 é também compatível com as aplicações da Apple, como o FaceTime, o iChat ou o Photo Booth.

A Logitech HD Pro Webcam C910 já se encontra disponível na Europa, e tem um preço recomendado de 99,99€. O Logitech Webcam Software para Mac encontra-se disponível para download gratuito no site da HD Pro C910.

 

Fonte: Aberto Até de Madrugada

Android em Crescendo nos EUA

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http://2.bp.blogspot.com/_GFo2NhVEkEk/TSNRUQAIDYI/AAAAAAAAMf4/G5KqEKUji1Y/s1600/smartphone-os-nov2010.png

Considerando a evolução nos últimos 6 meses nos EUA, é inegável a supremacia do Android, que começa a complicar cada vez mais a vida às plataformas concorrentes.

A nível de quota de mercado – e novamente, referindo-se apenas aos últimos seis meses – torna-se evidente que a tendência será para que o Android domine o mercado; sendo apenas uma questão de “quando”.

 

Se tomarmos em consideração os planos do Google para que se utilizem os Androids como forma de pagamento, rapidamente se fica com uma ideia do potencial que estes dispositivos têm para atrair até aqueles utilizadores que tradicionalmente se mantinham afastados dos smartphones.

Intel Sandy Bridge Anti-Roubo

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http://2.bp.blogspot.com/_GFo2NhVEkEk/TQ-Ql45eiiI/AAAAAAAAMVA/YVZIFUCFWUU/s1600/intel_new.gifQuem pretender um dos novos CPUs da Intel da série Sandy Bridge terá que ter em consideração uma medida que será bastante polémica: este chipset vem com sistema que permite bloquear o CPU remotamente, mesmo quando não está ligado à internet, através de um sinal 3G.

Se por um lado a medida pode ver a desincentivar o roubo de equipamentos (sabendo-se que os mesmos poderão ser bloqueados remotamente), por outro lado começará a tornar-se um alvo cada vez mais atractivo para hackers, desejosos de “bloquear” sistemas remotamente em larga escala.

É de esperar que a Intel tenha implementado a medida de forma o mais segura possível… mas com relatos do Wikileaks a demonstrar a pressão do Governo Americano para ter “backdoors” de acesso a sistemas de segurança e outros… vai ficar sempre a suspeita no ar: da possibilidade dos EUA poderem desligar remotamente todos estes sistemas caso lhes apeteça. (E não é preciso ser muito paranóico para imaginar a quantidade de pessoas no poder que até se devem babar perante tal perspectiva!)

 

Fonte: Aberto Até de Madrugada

Adaptador 3 em 1 para iPad

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http://1.bp.blogspot.com/_GFo2NhVEkEk/TQjdw9wdE7I/AAAAAAAAMPM/TAyyZozkA0I/s320/500x_cameraconnectoinkit1_01.jpg

 

Por muito prático e apetecível que seja o iPad, há uma coisa que muitos continuam a não perdoar-lhe: a inexistência de uma porta standard para USB ou cartões SD.

Quem o pretender tem que desenbolsar mais alguns euros pelo “Camera Connection Kit” da Apple, composto por dois adaptadores que se encaixam no iPad.

Dois adaptadores… tralha sempre inconveniente de carregar…

E se em vez de dois adaptadores pudessem carregar apenas um: com a vantagem adicional de dar até para cartões microSD directamente?

É isso mesmo que oferece este adaptador 3-em-1 para iPad, com USB, SD e micro SD.

 

Fonte: Aberto Até de Madrugada

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